Iniciamos nossa aula montando um quebra cabeça de forma colaborativa, o que me lembrou uma colcha de retalhos, pois nos foi entregue vários “retalhos” para que pudéssemos montar, tivemos também a dificuldade de chegar e montar somente vendo o que havia sido feito antes por outras pessoas e com um tempo reduzido, o que causou-me uma certa ansiedade e empolgação para ver como iria ficar;
Montamos o quebra cabeça de forma colaborativa, um ajudando o outro e descobrimos que era um framework educacional baseado nos frameworks que nós fizemos, por cada um ter sido feito de uma forma diferente, ao olhar com meu grupo, percebi que ele ficou com divergência em relação ao nosso, a escolha dos objetivos vinha antes da análise do perfil dos estudantes, o que para nós não fazia sentido, pois não havia como se pensar em quais objetivos atingir, sem antes mesmo saber quais eram os alunos que iríamos trabalhar.
Discutimos também a importância de ouvir os professores, quem está no “chão da escola”, está no dia a dia para montar frameworks e políticas voltadas para a escola, analisamos se o framework que fizemos estava acessível para um professor de Pilar, por exemplo, utilizar em seu dia a dia e chegamos a conclusão que estava parcialmente, pois estava fácil de utilizar, porém, estava muito longo.
Na discussão sobre o PBL 9, alinhar o design feito com autores (feitos por nós e feito pelo professor), o modelo TPACK proposto por Koehler (2013) mais uma vez contribuiu para compreender a importância da articulação entre conteúdo, pedagogia e tecnologia no desenvolvimento das práticas educativas.
Voltamos a discussão do “chão da escola”, de estar lá inserido para escolher as metodologias efetivas e que de fato funcionem na escola, Hayashi e Baranauskas (2013) afirmam que as tecnologias digitais não devem ser pensadas apenas a partir de funcionalidades técnicas, mas também considerando os aspectos humanos, afetivos e sociais envolvidos no processo educativo, portanto, todos precisam estar envolvidos nesse processo.
Retomando os objetivos, falamos sobre entender os ritmos dos estudantes, que eles precisam acompanhar o ritmo da turma em questão de aprendizado e atingir os objetivos propostos pelo professor.
No Problema 10 - Ludicidade, tecnologia e ensino de Diogo e Iris, criamos as seguintes perguntas:
1 - Como podemos aplicar os recursos lúdicos (tecnologias) no processo de ensino-aprendizagem sem perder o rigor acadêmico?
2 - Em qual contexto estrutural e formativo esse docente está inserido para desenvolver a ludicidade com intencionalidade pedagógica mediadas por tecnologia?
3 - Quais estratégias poderiam ser utilizadas para que os momentos formativos se desse a partir da realidade (do contexto social) dos estudantes?
No meu grupo estava Martone, Mariana, Elenildo e Erasmo e nos deparamos com o desafio de criar um jogo para a próxima semana e vamos em busca de conseguir!
Mais uma aula que nos inquietou, provocou e nos fez crescer!


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