terça-feira, 24 de março de 2026

Aula do dia 23/03 - O tempo não para!

A aula de hoje para mim foi maravilhosa. Senti que realmente pude me expressar, contar minhas experiências e falar sobre a leitura de meus textos, fiquei muito feliz ao perceber que o grupo compartilhava do mesmo pensamento que o meu diante dos conceitos de Pimentel (2017), Castells (1999) (o que provocou uma grande discussão da pronúncia correta do seu nome) e CETIC.br (2025). Durante a leitura dos textos, consegui levar muitos conceitos dos autores para minha dissertação, e ainda complementar com a aula do professor Luís Paulo. Percebi que é preciso mergulhar cada vez mais fundo nas disciplinas e concordo, não sei se estou tão profunda como o submarino de Amanda, mas definitivamente não estou em águas rasas, já modifiquei conceitos, ampliei olhares, não sou mais a mesma Malu da primeira aula. Inovação, tecnologias digitais, da comunicação, da informação, todos esses conceitos me rodeiam e me fazem sonhar com eles, mas sei que isso é apenas a ponta do iceberg, ainda há muito para descobrir diante de minhas leituras. E os PBLs? Esses com certeza tem me encantado cada vez mais, por seu dinamismo, pela condução das duplas, por cada semana ser um tema novo, com novos textos, novas tecnologias a serem descobertas.. Sim, me causa um pouco de ansiedade para o meu dia, mas estou confiante que tudo dará certo. Adorei o PBL de Bruno e Elenildo e os textos trazidos, o de Débora e Miriam me deixou muito curiosa acerca do diagrama que irei produzir, acho que será muito interessante e inclusive, proveitoso para usar em minha pesquisa. O professor nos indicou textos de Nelson Preto para pesquisas que falam sobre cultura digital, pretendo pesquisar e falar sobre ele. Falamos também sobre o tempo, que na vida adulta, nunca teremos um tempo 100% reservado para escrita de nossa dissertação, e é verdade, precisamos escrever um pouquinho todos os dias, pois, o tempo não para!

domingo, 22 de março de 2026

MALUCAST - Technology and Education




Olá, neste podcast, o qual precisei gravar algumas vezes, trarei reflexões sobre a informatização da sociedade e os novos paradigmas sociais na educação.

A proposta é discutir como as tecnologias digitais vêm transformando não apenas a forma como vivemos, mas também o processo de ensino-aprendizagem. 

Ao longo do episódio, vou abordar o que já sabemos sobre a relação entre a informatização da sociedade e a educação, destacando como o acesso ampliado à informação e a cultura digital impactam os processos educativos.

Além disso, serão discutidas hipóteses sobre os impactos da digitalização, da inteligência artificial e da análise de dados na educação, especialmente no que diz respeito à personalização do ensino, ao papel do professor e aos desafios no desenvolvimento crítico dos estudantes.

Por fim, falarei sobre questões como o uso de dados educacionais e algoritmos, refletindo sobre seus impactos na ética, no ensino e na gestão.

Link do podcast: 
https://open.spotify.com/episode/1dmAQsMimbkXkdFICrIh6x

Informatização na Educação

 A partir da leitura e análise dos textos, é possível analisar como as tecnologias digitais (TD) e a informatização da sociedade impactaram em diversos âmbitos da sociedade causando mudanças e transformações. Falando sobre o contexto educacional, os artefatos tecnológicos estão sendo utilizados de fato para dar sentido, provocar aquele aluno para utilizar sua mente, para ativar a criatividade? Pode-se analisar que é preciso ter cuidado com o uso dos artefatos tecnológicos, o uso das inteligências artificiais sem uma formação adequada, sem uma mediação pelo professor, para que não impeça o aluno de pensar e sim faça com que ele possa progredir no seu processo de estudos e aprendizagens, tornando a aprendizagem ativa, eficaz, efetiva e criativa, promovendo a inovação, funcionando como um ecossistema entre professor - tecnologias - inteligência artificial - alunos


.

segunda-feira, 16 de março de 2026

Aula do dia 16/03

 A aula do dia 16 de março foi bastante proveitosa e me trouxe algumas reflexões e inquietações importantes para o desenvolvimento da minha pesquisa.

No início da aula, discutimos a importância das pesquisas de dissertação e tese a partir da temática da inovação. Os próprios alunos organizaram uma classificação das pesquisas apresentadas, da mais importante até a menos importante, considerando os critérios discutidos coletivamente. Nesse momento, minha pesquisa ficou em 4º lugar, o qual discordo, competências digitais de professores é um tema urgente a ser discutido e está atrelado a inovação no que tange aos docentes.

Um ponto importante discutido foi a necessidade de manter uma coerência conceitual na dissertação. O professor destacou que é importante utilizar apenas uma nomenclatura ao longo do trabalho e justificar essa escolha a partir de autores que defendem essa perspectiva. No meu caso, ficou claro que devo utilizar o termo TD (Tecnologias Digitais) e fundamentar essa escolha teoricamente.

Também assistimos a um vídeo que provocou uma reflexão sobre tecnologia e metodologia. A partir da discussão, percebi que a tecnologia, sozinha, não é capaz de promover inovação. Para que haja transformação no processo educativo, é necessário que a metodologia também seja modificada, a partir das leituras e discussões da disciplina, entendi que ela pode apenas reproduzir práticas tradicionais, se não estiver associada a mudanças pedagógicas.

A aula também marcou o início do PBL pelos estudantes, sobre a informatização da sociedade e os novos paradigmas sociais na educação. O grupo elaborou algumas perguntas para orientar os estudos, relacionadas às transformações sociais causadas pelas tecnologias digitais, aos impactos da inteligência artificial e do uso de dados na educação, e às questões éticas envolvidas nesses processos.

Gostei bastante do formato do PBL, pois ele estimula a reflexão e o aprofundamento teórico. Percebi também que preciso aprofundar melhor alguns conceitos que achava que já dominava, especialmente na minha dissertação. Isso me fez perceber a importância de fortalecer as definições teóricas presentes no trabalho, algo que pretendo aprimorar ao longo do desenvolvimento da pesquisa.

Para finalizar, dentre as leituras que fiz, essa foi a que mais me chamou atenção, para Campos e Blisktein (2019), inovação educativa é “a ação transformadora que aponta para a modificação das teorias em práticas pedagógicas, que gera um foco de agitação intelectual constante e que facilita a construção de conhecimento, mas também a compreensão do que dá sentido ao conhecimento”, inquietou-me no sentido das minhas aulas, provocar agitação intelectual é necessária nos estudantes, para sair do tradicionalismo, fazer com que as aulas sejam inovadoras e despertem o interesse do discente.




domingo, 15 de março de 2026

Infográfico - Inovação Educacional



Class 09/02 - What is technology?

 A aula do dia 09 de fevereiro marcou a retomada das discussões e das orientações gerais da disciplina, além de estabelecer algumas diretrizes importantes para o funcionamento das atividades acadêmicas ao longo do semestre.

Inicialmente, o professor orientou a utilização do um blog como espaço de registro e reflexão sobre as aulas. Nesse ambiente virtual, cada estudante deveria publicar textos em inglês (o que não ocorreu na primeira aula) e também dialogar com produções acadêmicas de autores internacionais, ampliando o contato com a literatura científica e fortalecendo a prática de leitura e escrita acadêmica em língua inglesa.


Em seguida, cada aluno realizou uma breve análise de como foi sua semana. Durante esse momento, alguns colegas mencionaram a falta de tempo como uma das dificuldades para acompanhar as demandas do curso. O professor problematizou essa questão, destacando que, no contexto da formação em nível de doutorado e mestrado, a gestão do tempo e o comprometimento com as atividades acadêmicas são elementos fundamentais, e que a falta de tempo não pode ser utilizada como justificativa recorrente para a ausência de engajamento nas tarefas propostas.

Reflexões iniciais sobre o ensino

A aula também trouxe uma discussão inicial sobre o conceito de ensino. Foram apresentadas duas perspectivas distintas.

A primeira refere-se ao ensino entendido como transmissão de conhecimentos, no qual o professor ocupa o papel central de detentor do saber, enquanto os alunos assumem uma postura mais passiva, registrando as informações apresentadas. Nesse modelo, a comunicação ocorre na lógica um para muitos, e a tecnologia aparece predominantemente como ferramenta de apoio ao processo de ensino.

A segunda perspectiva aborda o ensino como processo de colaboração e construção coletiva do conhecimento. Nessa concepção, professores e estudantes aprendem conjuntamente, e a sala de aula passa a ser compreendida como um espaço de diálogo e troca. Nesse cenário, a tecnologia não se limita a um recurso instrumental, mas assume o papel de mediadora das interações e das aprendizagens.

Organização das atividades em PBL

Outro ponto importante apresentado na aula foi a organização das atividades por meio da Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL). Os estudantes foram organizados em grupos, e no meu caso, o trabalho será desenvolvido em parceria com a colega Ana Larissa.

Nossa dupla ficou responsável pela atividade prevista para o dia 06 de abril. O desafio proposto consiste em provocar reflexões sobre os dispositivos digitais, buscando compreender:

  • Quais são esses dispositivos;
  • De que forma são utilizados;
  • Como se relacionam com os processos de aprendizagem.

Como eixo de problematização, foi indicado o tema mobilidade, articulado ao texto “Mobile Learning”, que servirá como referência para as discussões.

A dinâmica da aula

A metodologia proposta prevê um momento posterior de retomada do problema inicial sobre conceitos de tecnologia, tecnologia de comunicação e informação e tecnologias digitais.

Momento 1 - Apresentação das pesquisas realizadas: Cada integrante explicou quais leituras e estudos realizou para compreender o problema proposto.

Momento 2 - Conexão entre teoria e problema: o grupo deverá discutir de que forma os conceitos e teorias estudados ajudam a compreender a situação apresentada.

Momento 3 - Reformulação das hipóteses iniciais: A partir das novas compreensões teóricas, será necessário revisar e discutir as respostas inicialmente elaboradas.

Momento 4 - Construção coletiva de possíveis soluções: Por fim, o grupo deverá formular respostas fundamentadas para as questões propostas.

  • Encaminhamentos finais

Durante a aula também foram discutidos aspectos relacionados à inovação na educação, bem como a estrutura esperada para o desenvolvimento do PBL da disciplina.

  • Apresentação de um problema de pesquisa;
  • Indicação bibliográfica para fundamentação teórica;
  • Elaboração de perguntas norteadoras;
  • Inclusão de referências bibliográficas utilizadas;
  • Utilização de uma tecnologia digital no desenvolvimento da atividade.

Como orientação específica, foi indicado que não será permitido utilizar mapas conceituais como recurso tecnológico para essa atividade, incentivando os grupos a explorarem outras possibilidades digitais.


Considerações

A aula inicial foi marcada pela organização da disciplina e pela apresentação de uma proposta metodológica que busca articular teoria, problematização e colaboração, incentivando os estudantes a desenvolverem análises fundamentadas e a refletirem criticamente sobre o papel das tecnologias nos processos educativos.


Who am I?

Hello, my name is Maria Luísa, but everyone calls me Malu. I am 28 years old and I am an English Teacher. I teach English for kids.


I tried so hard to join on master's degree and now is happening. I'm super happy.


I want to study technology to improve my classes and to do my dissertation. For now, that's all.

quarta-feira, 4 de março de 2026

Primeira aula - 02/03

 

Primeira Aula: Entre Problemas, Conceitos e Rupturas 02/03

A primeira aula foi, antes de tudo, um convite. Um convite para sair do espaço comum, romper com a bolha do pensamento local e nos colocarmos em movimento intelectual. Não foi uma aula de respostas prontas, mas de construção – coletiva, crítica e situada.

Apresentação da turma

Iniciamos com a apresentação da turma. Mais do que dizer nomes ou trajetórias acadêmicas, esse momento foi fundamental para compreender expectativas, experiências prévias e interesses de pesquisa. A diversidade de percursos já indicava que o debate seria plural e que o desafio seria justamente articular diferentes olhares em torno de um problema comum.

O que o professor espera

Compartilhei o que espero do percurso:

  • participação ativa nas discussões;
  • compromisso com as leituras e aprofundamentos;
  • disposição para tensionar conceitos;
  • abertura para sair da zona de conforto teórica.

A proposta é construir conhecimento de forma colaborativa, mas com responsabilidade individual. A frequência e a participação em aula fazem parte desse processo avaliativo, assim como a elaboração de um artigo individual ao final da disciplina. Esse artigo deverá ser submetido a uma revista indicada pelo professor, e os estudantes serão convidados a envolver seus orientadores nesse processo, fortalecendo o diálogo entre disciplina e pesquisa.

A metodologia: PBL

A aula foi organizada a partir da metodologia de PBL (Problem-Based Learning), ou Aprendizagem Baseada em Problemas. A estrutura ficou definida da seguinte forma:

1º dia – Apresentação do problema

No primeiro encontro, trabalhamos na montagem do problema. O foco não foi apenas apresentar um tema, mas construir coletivamente um problema investigável.

Houve um momento de discussão inicial, seguido de aprofundamento por meio de leituras. A partir desse movimento, cada grupo de estudantes deveria elaborar três perguntas sobre o texto trabalhado, como forma de sistematizar a compreensão e ampliar o debate.

Textos utilizados e conceitos centrais

Entre os textos trabalhados, o professor sugeriu a discussão sobre Vigotsky e a distinção entre tecnologia e ferramenta.

Uma das questões centrais propostas foi:

O que Vigotsky fala sobre tecnologia x ferramenta?


Pesquisar e levar para próxima aula.


Elaboração de perguntas

Como parte da metodologia, foi solicitado que cada estudante elaborasse três perguntas a partir do texto. Esse exercício foi pensado como estratégia de aprofundamento crítico, deslocando o estudante da posição de receptor para a de problematizador.


Processo de avaliação

O processo avaliativo que será realizado foi apresentado de forma clara:

Frequência;

Participação nas discussões;

Produção de um artigo individual;

Submissão do artigo a uma revista indicada pelo professor;

Envolvimento do orientador no processo.

A avaliação, portanto, não se restringe a um produto final, mas acompanha o percurso formativo.


Relatos e experiências em aula


A experiência em sala evidenciou que romper com a bolha do pensamento local exige esforço. Em alguns momentos, surgiram dificuldades na compreensão dos conceitos, especialmente na distinção entre tecnologia como ferramenta e tecnologia como artefato cultural. Esses registros foram valorizados como parte do processo de aprendizagem.


A discussão mostrou que ainda tendemos a reduzir tecnologia ao uso instrumental. O tensionamento conceitual foi um dos pontos mais ricos da aula.


Considerações finais


A primeira aula estabeleceu o tom da disciplina: problematizar, aprofundar, perguntar.


Sair do espaço comum significa aceitar a complexidade dos conceitos e reconhecer que pensar tecnologia na educação exige mais do que falar de dispositivos.


O percurso apenas começou, mas já deixou claro que o centro não está na resposta pronta, e sim na construção coletiva do problema e na capacidade de formular boas perguntas.


Ah, e nada de trazer experiências de cunho pessoal, sempre trazer problemas de fora do país, de preferência, com base em leituras realizadas.


Minha avaliação da aula foi 10/10.


Passado x presente x futuro: o quanto a tecnologia vem modificando nossas vidas?

 No sábado, dia 18/03, tivemos em minha escola uma palestra com o professor Ailton Dias sobre tecnologia no passado, presente e futuro. Um d...